terça-feira, 28 de junho de 2011

Amizade;

As vezes me pego relembrando momentos passados com amigos, alguns que sempre estão por perto e outros nem sempre. Porém sempre presentes em espírito.
Risos, choros, momentos que são eternizados na memória. Coisas que num dia não tão bom, sempre vão nos alegrar.
E como é engraçado reencontrar aquele grande amigo, que não vemos há anos, quando se menos espera... Acho que a melhor parte disso, é que quando os encontramos e vemos que nada mudou naquela amizade. É realmente incrível.
Amizades construídas a base de confiança nunca são destruídas, seja aquele amigo de infância ou aquele que acabamos de conhecer. Numa amizade não importa o tempo, sim a intensidade.
Ter pessoas com quem contar em qualquer situação, e que sabem que podem contar com você também, é indescritível. Não importa onde, sempre vão estar lá para você.
Nos bons e nos maus momentos, a amizade vem acima de tudo!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pessoas observadoras.

É incrível, como observar pessoas é interessante. O comportamento de cada um varia de acordo com suas emoções, isso todos nós sabemos... Mas, como certas pessoas tem capacidade de reparar mais em certas situações do que outras ou até mesmo esconder o que sentem naquela determinada ocasião?
Parece simples entender o ser humano, mas será tão simples assim? Quando se convive com determinado grupo em excesso, as vezes algumas situações escapam da percepção do conjunto, por exemplo, se um determinado membro do grupo não está bem, e dá uma desculpa qualquer para não expor o que sente, muitas vezes é aceitado sem ninguém duvidar... Mas alguém de fora, talvez até mais observador, por não fazer parte do grupo, percebe que ali tem alguma coisa errada. Esses casos não são tão complicados, mas e quando a pessoa consegue camuflar bem suas emoções? Pode ser um momento dificílimo na vida da pessoa, mas ela não vai deixa transparecer.
A questão é, isso é bom ou ruim?
Nem sempre falar o que sente é uma coisa boa, mas também, sem dúvidas guardar é muito ruim. Como saber como agir em cada situação? E ainda, quando saber se se deve ou não "tentar ajudar"?
Acho que nesses casos, o melhor é deixar a pessoa se abrir quando sentir que vai ajudar falar sobre os problemas. Cada coisa a seu tempo.